Semana boa pro jornalismo.
O Rio pipocou de tiros, muita droga apreendida, armas, munições, até explosivos.
Houve mortes também, algumas injustas claro (porque eu creio na morte justificada).
Agora sinceramente, já cansou o assunto né??? Porque hoje, fim da noite de quinta-feira a TV não dá mais aquela ênfase no assunto, e estão certos, já rendeu o ibope esperado, o lucro baixou.
E agora? Fazer mais o quê?
Agora entra aquele personagem IMPORTANTÍSSIMO!!!
O brasileiro.
Senta no sofá, liga sua TV, finge que não é com ele e bola pra frente galera porque tem Olimpíadas e Copa do Mundo chegando e o país tem que ficar bonitinho na fita.
Tá na hora de gastar o dinheiro público (já mal aplicado) em estádios milionários, ignorar o enriquecimendo ilícito do chefão Ricardo Teixeira, afinal de contas ele é o dono da festa, porque de acordo com o que eu escutei outro dia "eu não tô nem aí pra política, eu quero ver são os melhores do mundo jogando no meu país". É pior do que parecia.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
É sensação...
O ano passou tão rápido.
Não.
O tempo nunca passa diferente,
o meu minuto é o seu minuto,
e as horas aqui não são diferentes lá.
Ainda assim passou né.
...
Vai entender.
Não.
O tempo nunca passa diferente,
o meu minuto é o seu minuto,
e as horas aqui não são diferentes lá.
Ainda assim passou né.
...
Vai entender.
sábado, 27 de novembro de 2010
Sobre o Rio.
Breve relato de Luiz Eduardo Soares sobre a atual situação do Rio de Janeiro:
“O Jornal Nacional, nesta quinta, 25 de novembro, definiu o caos no Rio de Janeiro, salpicado de cenas de guerra e morte, pânico e desespero, como um dia histórico de vitória: o dia em que as polícias ocuparam a Vila Cruzeiro. Ou eu sofri um súbito apagão mental e me tornei um idiota contumaz e incorrigível ou os editores do JN sentiram-se autorizados a tratar milhões de telespectadores como contumazes e incorrigíveis idiotas.
Ou se começa a falar sério e levar a sério a tragédia da insegurança pública no Brasil, ou será pelo menos mais digno furtar-se a fazer coro à farsa.
Conseguiremos realizar com êxito a Copa e as Olimpíadas?
Sem dúvida. Somos ótimos em eventos. Nesses momentos, aparece dinheiro, surge o “espírito cooperativo”, ações racionais e planejadas impõem-se. Nosso calcanhar de Aquiles é a rotina. Copa e Olimpíadas serão um sucesso. O problema é o dia a dia".
Algo mais a declarar?
“O Jornal Nacional, nesta quinta, 25 de novembro, definiu o caos no Rio de Janeiro, salpicado de cenas de guerra e morte, pânico e desespero, como um dia histórico de vitória: o dia em que as polícias ocuparam a Vila Cruzeiro. Ou eu sofri um súbito apagão mental e me tornei um idiota contumaz e incorrigível ou os editores do JN sentiram-se autorizados a tratar milhões de telespectadores como contumazes e incorrigíveis idiotas.
Ou se começa a falar sério e levar a sério a tragédia da insegurança pública no Brasil, ou será pelo menos mais digno furtar-se a fazer coro à farsa.
Conseguiremos realizar com êxito a Copa e as Olimpíadas?
Sem dúvida. Somos ótimos em eventos. Nesses momentos, aparece dinheiro, surge o “espírito cooperativo”, ações racionais e planejadas impõem-se. Nosso calcanhar de Aquiles é a rotina. Copa e Olimpíadas serão um sucesso. O problema é o dia a dia".
Algo mais a declarar?
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Pré-visão
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Hãããmm????
De repente nada faz sentido.
E de repente eu sei e finjo que não.
No fim das contas era errado pensar
que não podia confiar.
Ontem eu senti a definição da palavra.
Você, o meu lado, no meu lugar de estar.
Sorrisos disfarçam.
Mais é tudo de verdade.
Hoje eu sei que isso é sério.
Me sinto bem assim.
Olhei pela janela,
queria uma cena de cinema,
um sol brando, não vi.
Mais isso muda,
eu já vi chuva cair.
E de repente eu sei e finjo que não.
No fim das contas era errado pensar
que não podia confiar.
Ontem eu senti a definição da palavra.
Você, o meu lado, no meu lugar de estar.
Sorrisos disfarçam.
Mais é tudo de verdade.
Hoje eu sei que isso é sério.
Me sinto bem assim.
Olhei pela janela,
queria uma cena de cinema,
um sol brando, não vi.
Mais isso muda,
eu já vi chuva cair.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
7:00
O eletrônico me faz despertar.
Olho no espelho, cara amassada, mais o cabelo parece ter passado bem a noite,
nada de banho com esse tempo gélido.
Lavaram minhas camisas, todas passadas e devidamente dependuradas
nos cabides, cheiro agradável, agradeço à quem?
07:08
Ligo a TV, sento no sofá, o canal de notícias matutino que escolho
sempre relata abuso sexual, assasinato, surtos, pouca coisa boa pra começar bem o dia.
Confesso que presto pouca atenção, é mais uma tentativa de quebrar o silêncio da casa.
Olho pro par de tênis, e ele retorna o olhar, merda de preguiça, a intenção é calçá-los, a vontade é de voltar a durmir.
07:13
Cozinha, uma garrafa de café sobre a mesa, posso dizer que a 22 dias não consumo cafeína, sem preconceito ao café. De volta pra sala arrisco a comer 2 pães de doce e a tomar leite.
07:15
Escovo os dentes, sempre aquela ânsia final, escova na língua, tsc tsc.
Última olhada rápida no espelho, scanner em busca de remelas, tudo ok.
07:18
Peço a benção aos meus pais, chave do carro na mão, carteira no bolso, crachá no pescoço, muita coisa em mente, mais a vida só volta pra mim no fim do dia, fora das obrigações.
Um dia eu saio,
eu juro,
e faço o que quiser .
O eletrônico me faz despertar.
Olho no espelho, cara amassada, mais o cabelo parece ter passado bem a noite,
nada de banho com esse tempo gélido.
Lavaram minhas camisas, todas passadas e devidamente dependuradas
nos cabides, cheiro agradável, agradeço à quem?
07:08
Ligo a TV, sento no sofá, o canal de notícias matutino que escolho
sempre relata abuso sexual, assasinato, surtos, pouca coisa boa pra começar bem o dia.
Confesso que presto pouca atenção, é mais uma tentativa de quebrar o silêncio da casa.
Olho pro par de tênis, e ele retorna o olhar, merda de preguiça, a intenção é calçá-los, a vontade é de voltar a durmir.
07:13
Cozinha, uma garrafa de café sobre a mesa, posso dizer que a 22 dias não consumo cafeína, sem preconceito ao café. De volta pra sala arrisco a comer 2 pães de doce e a tomar leite.
07:15
Escovo os dentes, sempre aquela ânsia final, escova na língua, tsc tsc.
Última olhada rápida no espelho, scanner em busca de remelas, tudo ok.
07:18
Peço a benção aos meus pais, chave do carro na mão, carteira no bolso, crachá no pescoço, muita coisa em mente, mais a vida só volta pra mim no fim do dia, fora das obrigações.
Um dia eu saio,
eu juro,
e faço o que quiser .
domingo, 27 de junho de 2010
No title #1
Quando está bem, quando se sente afim,
quando o tempo não passa,
e não chega o fim.
Quando a mente pensa,
rápida ou devagar.
Um lapso diferente da realidade que seja
que faz despertar.
Quando a música toca
e realmente consegue tocar.
Cumprindo objetivos
estipulados ou não.
Simbiose da alma e o físico.
Sintonia cada vez mais rara
pra quem não tem paz.
quando o tempo não passa,
e não chega o fim.
Quando a mente pensa,
rápida ou devagar.
Um lapso diferente da realidade que seja
que faz despertar.
Quando a música toca
e realmente consegue tocar.
Cumprindo objetivos
estipulados ou não.
Simbiose da alma e o físico.
Sintonia cada vez mais rara
pra quem não tem paz.
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